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DEPOIS DE DOIS ANOS DE INTERRUPÇÃO, A CONFRARIA “AROMAS E SABORES GANDARESES”, DA TOCHA, REALIZOU XVII CAPÍTULO 

CANTANHEDE

Não reunindo há dois anos, a Confraria Gastronómica da Gândara “Aromas e Sabores Gandareses”, da Tocha, realizou o XVII Capítulo no dia 3 de junho.

Sérgio Batata, um dos novos confrades, em declarações ao Jornal da Gândara, referiu que “foi uma grande honra para mim participar e ser entronizado como confrade, fiz o juramento de zelar pelo bom nome da Confraria e divulgar o que há melhor gastronomicamente na nossa região.”

O pequeno-almoço, foi servido pelos Escuteiros da Tocha, com as iguarias gandaresas com acompanhamento de café de chocolateira, de Missa celebrada pelo confrade Padre João Paulo Vaz, com a bênção das medalhas dos novos confrades. A cerimónia capitular decorreu na sede da Junta de Freguesia da Tocha, com a presença de Helena Teodósio, presidente da Câmara Municipal de Cantanhede e dos vereadores, tendo sido entronizados 6 novos confrades.

A ementa foi oferecida pelos restaurantes Panorama, Cova do Finfas, Arcada, Faisão, Oliveiras, Restaurante O Burgo, do Escoural, e António Mendes e os momentos musicais tiveram a participação de Rui Pato, Humberto Matias, Manuel Ribeiro, Nadine Santos e grupo de gaiteiros “Côdeas do Diabo “de Sosa.

“DEPOIS DE 2 ANOS DE PARAGEM DEVIDO À PANDEMIA, CUMPRIU-SE INTEIRAMENTE A HISTÓRIA E TRADIÇÃO DA GÃNDARA”

José Tereso, Mordomo-mor da Confraria, disse ao Jornal da Gândara que “após 19 anos decorreu o XVII Capítulo da confraria da Gândara, “Aromas e Sabores Gandareses “com a presença de cerca de 200 convivas e a presença de 33 confrarias, do continente e ilhas.”

Continuou, dizendo que “o almoço decorreu na Quinta do Gralho, Escoural, gentilmente cedida para o evento, num esplêndido ambiente com pratos típicos gandareses” e salientou “a sopa gandaresa elaborada em panela de ferro de três pés, sopa de peixe, estufado de peixe e marisco, ensopado de peixe, raia de pitau, favas à gandaresa, galo à moda   da Gândara com batata nova, Cozido Gandarês, batatas a murro com  bacalhau, carapauzinhos fritos, petinga frita, sardinha na telha, feijão vermelho com carnes e chouriço, torresmos, iscas de fígado à gândara, polvo ensalsado, peixinhos da horta” e, ainda, recordou, “carnes diversas  de porco, caldeirada de enguias, serrabulho gandarês, carnes de vinha de alho, filetes de peixe, carneiro à gandaresa, arroz doce, aletria, filhoses, bolo mulato, pudins flan, de limão, de ananás, fatias douradas, queijos diversos, vinhos, refrigerantes, cervejas, jeropiga, águas e cafés.”

A finalizar, José Tereso diz que “é de destacar o excelente ambiente familiar típico das gentes da região gandaresa” e que “depois de 2 anos de paragem devido à pandemia, cumpriu-se inteiramente a história e tradição da gândara.”

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