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CICLO DE TEATRO AMADOR DE CANTANHEDE PERCORRE MAIS QUATRO FREGUESIAS

CANTANHEDE

O XXIII Ciclo de Teatro Amador de Cantanhede prossegue este fim-de-semana, desta feita com espetáculos agendados para as freguesias da Cordinhã, Cantanhede, Cadima e Ançã.

No sábado, 4 de março, a partir das 21h30, o Salão de Instrução e Recreio da Cordinhã acolhe duas peças pela Resistência Teatro Produções da Associação Cultural e Recreativa de Cordinhã, ambas com a assinatura de Manuel Tomé. “A Venda” é um drama baseado em acontecimentos mundiais tais como penas de morte, violação dos direitos humanos, opressão e luta pela liberdade; já a comédia “Eles & Elas” relata um conjunto de mal-entendidos que leva dois casais a um restaurante de encontros românticos.

À mesma hora, mas no salão dos Bombeiros Voluntários de Cantanhede, o Ekos – Grupo de Teatro da Associação Orfeão Vox Caeli apresenta “Anjo sem asas”, uma adaptação da obra com o mesmo nome de Olga Resi. Nesta estreia no Ciclo de Teatro Amador de Cantanhede, o grupo relata a história de uma mulher que perdeu o marido no mar e ao procurar pelo corpo dele encontra um desconhecido por quem se apaixona.

Na sede do Clube União Vilanovense, também pelas 21h30, o Grupo de Teatro da Associação Cultural e Desportiva do Casal apresenta o drama “Cancro, Fé e Humor”, a comédia “Divisão Impossível” e o momento musical “Cortar na Casaca”, todos de Manuel Silva Barreto.

No drama, retrata-se a fé e o bom humor enquanto ferramentas para ultrapassar um grave problema de saúde; a comédia centra-se nos desentendimentos na divisão de heranças, uma realidade ainda atual na nossa sociedade; por último, o momento musical mostra, através da sátira e do bom humor, o dia a dia das localidades da freguesia de Cadima, bem como da sociedade portuguesa em geral.

Para domingo, 5 de março, a partir das 15h30, está agendado para a Quinta da Sobreira Quinhentista de Ançã o espetáculo “Segue a Vida – Teatro Concerto”, pelo Grupo de Teatro Novo Rumo – Teatro de Amadores de Ançã.

Trata-se de um projeto de parceria entre o Novo Rumo e os músicos António Silva e Nuno Castelhano, que mergulha no universo de uma mulher, que podia ser uma só canção e ao mesmo tempo todas as que lá são ilustradas, como quadros vivos e pulsantes, ao canto da voz e guitarra.

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