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PAÍS TROPICAL COM… TIAGO FREITAS

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Neste espaço cabe toda a informação sobre cidadãos brasileiros que residam por cá (na região da Gândara) mostrando o lado positivo das suas vidas.

TIAGO FREITAS: “NAS TRÊS ÉPOCAS QUE ESTIVE NO INTERNACIONAL, EU FUI UM DOS MELHORES MARCADORES DA EQUIPA”

Tiago Freitas começou a dar os primeiros passos no futebol, recorda, “numa Escolinha perto de Petrópolis, em 1990, e estive um ano nessa Escolinha.” No ano seguinte, Tiago foi para outra Escolinha onde ficou “cinco, seis anos, mais ou menos.”

Saiu da sua cidade com 15 anos para “fazer o primeiro teste fora, numa Academia de Futebol, e nunca mais parei.”

Mas, o primeiro teste “não deu certo” e Tiago Freitas regressou a casa. Este intervalo foi curto, já que este brasileiro de Dourados, então com quase 16 anos, foi “fazer um teste num clube do interior”. O clube só tinha juniores e Tiago era juvenil, mas “fui morar na Academia e fiz uma época só nesse clube, o que foi uma época muito difícil porque eu jogava com atletas com 19 anos e atletas que faziam 20 nesse mesmo ano.” Recorde-se que, no Brasil, a idade dos juniores é diferente do que é em Portugal.

“Como tinha menos 3 ou, nalguns casos, menos 4 anos que os outros, e era magricela, tive um pouco de dificuldade no início. Aos poucos, eu comecei a conhecer os atletas e comecei a destacar-me”, recordou.

No final desta época, com 16 anos, Tiago já estava a jogar e, “num campeonato de Estado, em Farroupilha, no Estado das Castanheiras, eu tive as melhores oportunidades nos seniores desta equipa.” Nesse ano, recorda, “tive um jogo do campeonato gaúcho, de juniores, que ficou marcado na minha cabeça porque joguei contra um dos melhores jogadores do mundo dessa época.” Tiago Freitas refere-se aqui ao “início de uma trajetória vitoriosa de Ronaldinho Gaúcho.”

Nesse ano de 1997, lembra, “eu joguei contra o Ronaldinho Gaúcho, num jogo que ficou um a um e eu até dei uma assistência para o golo desse jogo.” Ronaldinho, lembra Tiago, “sempre jogou um escalão acima e este foi um jogo especial, uma boa recordação porque eu joguei contra um atleta que teve em grandes clubes do futebol europeu e teve uma trajetória fantástica, uma carreira linda.”

A seguir, “o treinador Guto Ferreira, do Internacional de Porto Alegre, estava a ver um jogo”, conta Tiago Freitas, “soube que eu fui muito bem nesse jogo e o treinador indicou minha contratação para o Internacional de Porto Alegre.”

O clube de Porto Alegre comprou “o meu passe” e este brasileiro de Dourados passou a fazer parte do seu plantel “no final de 1997.”

A ida para o Internacional de Porto Alegre impediu Tiago de disputar por uma equipa de Santiago, com quem estava em negociações, “o principal campeonato de juvenis lá no Brasil:”

Tiago Freitas tem um passado futebolístico no seu país que gosta de recordar, que encerra lembranças que, como refere, “me marcaram.”

No início de 1998, apresentou-se no Internacional, “depois de umas férias em casa, com a minha mãe” e, recorda, “assinei o meu primeiro contrato profissional, depois completei 18 anos, e joguei ali 98, 99 e 2000 nos juniores, mas, e tive oportunidade, já em 1999, com o treinador Paulo Autuori, de jogar na equipa B do Internacional.”

No campeonato gaúcho de séniores, “fui aproveitado, em cinco ou seis jogos, e até defrontei um jogador que, depois, jogou aqui no Boavista, onde foi campeão…Paulo Turra.”

Paulo Turra, lembra, “depois disso, foi adjunto de Felipão (Luís Felipe Scolari) lá no Brasil.”

E Tiago Freitas lembra que “no ano de 1998, eu fui vice-campeão gaúcho jogando pelo Internacional.” Para fechar, recorda ainda que “nas três épocas que estive no Internacional eu fui um dos melhores marcadores da equipa.”

Nota final: 

Deixámos aqui um grande resumo da vida inicial de Tiago Freitas no futebol do seu país, o Brasil.

Uma vida que, como já se viu na anterior entrevista com este treinador, publicada a 14 de julho, encontrou outros caminhos no futebol, e não só, em terras portuguesas, concretamente em Mira.

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