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O QUE UMA CONVERSA DE CAFÉ PODE ORIGINAR

atualidade

Eram para aí três da tarde e a conversa, naquela esplanada, estava animada.

Dizia um que “estamos em Mira, mas perante o que se vê ali em frente, junto ao depósito da água, parece que estamos noutro lado qualquer dado que as águas vertem do depósito há mais de um ano e ninguém, lá da casa branca, vê.”

Outro falou e disse que “não se entende isso e mais: todos os dias despejam lixo fora dos contentores que se encontram junto ao depósito, e em relação ao que falaste antes, a água corre bem à vista de todos.”

O primeiro voltou à carga para referir que “só quem tem olhos de ver é que enxerga.”

“Até o portão da antiga cooperativa está mau. Parece que, ouvi dizer, que se fecha o dito, ele até pode cair em cima de alguém”, disse o outro.

Perante esta conversa, o repórter foi ver e, tal e qual foi referido pelos conversadores, é tudo verdade.

A água corre vinda do depósito, o lixo amontoa-se fora do local próprio e “aquele portão está com um aspeto de meter medo”, conforme ainda referiu um dos conversadores da esplanada que fica em frente.

Ficam as imagens deste espaço junto ao depósito de água e à antiga cooperativa agrícola mirense, ali frente à tal esplanada onde as conversas fluem.

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