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MONTEMOR-O-VELHO NO TOPO DA CLASSIFICAÇÃO DOS MUNICÍPIOS PORTUGUESES COM MAIOR EQUILÍBRIO ORÇAMENTAL EM 2021

DO OUTRO LADO

Montemor-o-Velho é o segundo município com maior equilíbrio orçamental em 2021 e o primeiro na subcategoria de municípios de dimensão média, de acordo com anuário dos Municípios Portugueses 2021, divulgado na passada segunda-feira, dia 7 de novembro.

Este indicador “permite observar o ajustamento da despesa à receita certa e permanente dos municípios, com vista à promoção da sua sustentabilidade financeira”, sendo “a comparação entre a receita bruta cobrada e despesa corrente paga, acrescida dos pagamentos das amortizações de empréstimos de médio e longo prazo”, conforme é referido no documento.

Para Emílio Torrão, presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, “este excelente equilíbrio orçamental tem ainda mais significado porque acontece num ano em que conseguimos continuar a reduzir da taxa de IMI, fixando-a nos 0,34% (definida em 2020 para ser cobrada em 2021). A medida representa menos receitas para o Município, mas por outro lado significa que conseguimos reduzir o esforço fiscal feito pelas famílias do concelho sem colocar em risco a sustentabilidade financeira municipal”.

“A classificação não acontece por acaso. É resultado do enorme esforço e de uma gestão de rigor, alicerçada em medidas muito concretas e que espelham também a dedicação dos Serviços do Município. Foi um caminho longo e que exigiu a tenacidade dos munícipes. Vamos continuar a melhorar e a trabalhar em prol dos munícipes e da sustentabilidade do concelho”, frisou o autarca montemorense.

Em 2020, o Município de Montemor-o-Velho ocupou a 9ª posição no que concerne ao equilíbrio orçamental e a 5ª posição nos municípios de dimensão média.

Da responsabilidade do Centro de Investigação em Contabilidade e Fiscalidade do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave do Centro de Investigação em Ciência Política da Universidade do Minho, o anuário dos Municípios Portugueses 2021 foi coordenado pela professora Maria José Fernandes, com o contributo dos investigadores Pedro Camões e Susana Jorge, e voltou a contar com o apoio da Ordem dos Contabilistas Certificados (OCC) e do Tribunal de Contas.

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