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JOÃO MANUEL ROÇA, PRESIDENTE DO ALA ARRIBA: “PODEMOS VOLTAR UM DIA AOS NACIONAIS COM OUTRO MODELO DE REORGANIZAÇÃO”

ENTREVISTAS

Os treinos de pré-época do Ala Arriba começam amanhã, dia 16 de agosto, às 20 horas e, aqui no Jornal da Gândara, quisemos saber como o clube, na pessoa do seu presidente, João Manuel Roça, encara a próxima época. E como sente as dificuldades do clube.

Ele refere que, como presidente do clube, encara “a próxima época sempre com mais ambição” e espera que “o aumento do número de atletas na formação, bem como os bons resultados, contribuam para, discutindo jogo a jogo, conseguirmos os primeiros lugares.”

Relativamente à equipa sénior, João Manuel Roça diz que “os nossos objetivos é disputar cada jogo arrecadar os 3 pontos, para que no final se façam as contas.”

Aquele dirigente adianta que “atualmente, o Ala Arriba não paga aos seus atletas, com exceção das ajudas para deslocações”, mas, mesmo assim, garante que “vamos ter uma equipa sénior diferente, para melhor do que foi o ano passado.”

Sobre o pagamento, refere que “neste momento não há condições para pagar aos jogadores” e adianta que “o Ala Arriba tem de ter os pés bem assente no chão para não cometer erros do passado.” E, continua, “não devemos colocar o futuro da formação em causa, pois são eles a sustentabilidade dos clubes a nível desportivo.”

Sobre um potencial regresso do Ala Arriba aos escalões nacionais do futebol, o presidente do clube de Mira frisa que “enquanto não tivermos condições para nos autofinanciarmos, não vale a pena pensar em altos voos

As dificuldades sentidas são também referidas, tendo João Manuel Roça referido que “debatemo-nos com alguns problemas para termos esse esse financiamento sustentável, fala-nos a nossa sede, que não tem ainda início à vista: “

A nível publicitário, o clube “tem algum apoio, mas, gostaríamos de ter mais” e reconhece que “as empresas do concelho também mostram algumas dificuldades:”

Também contam “com o pagamento das quotas dos nossos associados, aos quais peço para darem mais apoio às nossas equipas” e pede que “os subsídios camarários sejam superiores, pois eles são inferiores aos 2003, 2004 e 2005 quando fui presidente.”

A nacional “não está nas nossas mentes”, adianta, “pensamos numa divisão de honra”, mas anuncia que “podemos voltar um dia aos nacionais com outro modelo de reorganização do clube, modelo que já está a ser praticado por alguns clubes do distrito de Coimbra.”

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