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CM DE COIMBRA INICIA SEGUNDA-FEIRA ABATE DE ÁRVORES DE RISCO E PLANTAÇÃO DE NOVOS EXEMPLARES

DO OUTRO LADO

Começam segunda-feira os trabalhos de remoção de 135 árvores que manifestam elevado risco de rutura e a plantação de 145 novos exemplares. Recordamos que as árvores em risco de rutura foram assinaladas no relatório fitossanitário que foi apresentado na reunião do executivo municipal de 19 de junho, no âmbito da candidatura ao Compete 2020 – “Aviso 11/REACTEU/2021 – (Re)arborização de espaços verdes e criação de ilhas-sombra em meio urbano”. Na sequência dessa candidatura, a autarquia contratou serviços especializados para remoção das 135 árvores e plantação de 120 novos exemplares, sendo as restantes 25 plantações assumidas pela Divisão de Espaços Verdes e Jardins (DEVJ) da Câmara Municipal (CM) de Coimbra.

A autarquia vai avançar, na próxima segunda-feira, com a remoção de 135 árvores que se encontram em risco de rotura e plantação de 145 novos exemplares. As árvores em risco foram identificadas no relatório fitossanitário que analisou 420 árvores – estando 135 destas sinalizadas para abate –, no âmbito da candidatura ao Compete 2020 – “Aviso 11/REACTEU/2021 – (Re)arborização de espaços verdes e criação de ilhas-sombra em meio urbano”. Na sequência do estudo e da candidatura, a autarquia promoveu a abertura de procedimento para contratação de serviços especializados para “Remoção de 135 árvores em elevado risco de rutura e plantação de 120 novos exemplares”. As restantes 25 plantações assumidas pela DEVJ da CM de Coimbra.

O maior número de abates e plantações vai verificar-se na Avenida Dias da Silva (21 abates e vão ser plantadas os mesmos exemplares), rua Santa Teresa (17 abates e 17 plantações), Jardim dos Patos (15 abates e 15 plantações), na Alameda Júlio Henriques (oito abates e 17 plantações) e rua Gomes Freire (sete abates e 11 plantações).

Esta operação vai, também, decorrer na rua António Augusto Gonçalves, Avenida da Lousã, Praça Infante Dom Henrique, rua Carolina Michaellis, rua João de Deus, rua Tenente Valadim, Avenida Sá da Bandeira, Avenida Marnoco e Sousa, Jardim da Casa do Sal, rua Larga, rua Augusto Rocha, rua Augusto Filipe Simões, rua Manuel Almeida e Sousa, Praça da República, Travessa Martins Carvalho, rua de Tomar e rua Venâncio Rodrigues.

“Estas árvores, mais velhas e afetadas sobretudo pelo seu passado de intervenções severas e incorretas no que respeita à manutenção das suas copas (rolagens), apresentam inúmeras patologias tanto ao nível dos troncos (cavidades extensas associadas a podridões) como ao nível de pernadas, havendo nos últimos anos danos a reportar nesses locais, pelo que são tidas como situações potencialmente críticas do ponto de vista da sanidade e estabilidade, e consequente segurança do espaço público”, indica a informação da DEVJ, que foi analisada na reunião de Câmara de 19 de junho. 

Além dos problemas passíveis de observar a olho nu, por ser impossível determinar e quantificar internamente a extensão e gravidade dos danos, “foi necessário recorrer a entidades especializadas em avaliação do risco de rutura, segundo as normas do protocolo internacional VTA – Visual Tree Assessment (Mattheck & Breloer, 1994), bem como o recurso, como apoio ao diagnóstico e quantificação de defeitos internos (como cavidades e/ou podridões de lenho), a equipamento de avaliação biomecânica (resistógrafo e/ou tomógrafo)”, explica a informação.  Foi ainda efetuada a análise e a categorização do risco, tendo sido identificados 135 casos de risco muito elevado, com a necessária recomendação de abate como forma de mitigação desse risco.

A CM de Coimbra submeteu a candidatura da intervenção aos fundos do programa COMPETE2020 para concretizar esta operação, com base nas conclusões obtidas no estudo, nas ações necessárias ao seu cumprimento (abate) e consequente estabilização (plantação), ao abrigo do Aviso nº 11/REACT-EU/2021 “Transição Climática / Intervenções de Resiliência dos territórios face ao risco – (Re)arborização de espaços verdes e criação de ilhas”. 



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