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CAIXA DE PANDORA #91

Patty Diphusa DESTAQUE

25 DE ABRIL, 50 ANOS 

Daqui desta tribuna eu e a Suzete saudamos as professoras e os professores do Agrupamento de Escolas que, integrando-se nas comemorações dos 50 anos sobre a Revolução de Abril, trouxeram a Mira Fernando Rosas e Catarina Martins. 

Diz a Suzete, que esteve lá, que foram “dois momentos que nos encheram de alegria e esperança.” 

Mas, continua a Suzete, “não percebi a nota de repúdio assinada pelo deputado único cá do sítio a propósito da vinda daquelas personalidades.” 

Ele lá sabe, digo eu. 

“Pois”, avança a Suzete, “isto cheira-me a “enterranço” desse político caseiro.” 

AFINAL, NEM TUDO O QUE PARECE É 

Pesem embora os resultados do partido que edita a “Folha Nacional” há, lá dentro, quem ache que os votos em Mira “souberam a pouco” e que, se eles, os agora entediados, não ficassem de fora da campanha, “poderia ter sido muito melhor.” 

Parece-me que vão haver surpresas dentro de pouco tempo dentro do partido do deputado único. 

AS MEMÓRIAS QUE NÃO APAGO 

Ao ler, no blog “COR DO LUAR”, a notícia do regresso das tertúlias, fiquei saudosa. 

E quero aqui lembrar as tertúlias do Café Aliança, de que fui presença assídua, e as da Preparatória denominadas Conversas ao Borralho.” 

Quer por umas, quer pelas outras, passaram nomes importantes da cultura e da política. 

Fico feliz pelo regresso anunciado para setembro. 

CAMINHOS ERRADOS 

Mesmo havendo quem não acredite, Mira está infetada pelos malefícios da droga. 

E não é raro ver jovens de 15 anos ou pouco mais a trocarem em plena rua, muitas vezes à porta da escola, as notas por produtos que, achem ou não, os levam por caminhos errados. 

 
A SUZETE FOI À BRUXA 

Nunca pensei que a minha amiga acreditasse nas argoladas do bruxado cá da região. Enfim! 

A Suzete descobriu uma “bruxa certeira”, seja lá o que isso for, que lhe disse, entre rezas e mezinhas, que “nas próximas eleições para as autarquias, cá em Mira, vai haver muitas surpresas.” 

Olha, amiga. Não precisavas de bruxedos para saber isso. 

 

Até quarta-feira, abraços 

Patty Diphusa nasceu nas terras de Mira em 1974 e um dia, quando todos estavam distraídos, meteu pés ao caminho e foi por aí. Hoje, atenta ao que se passa na terra onde nasceu, vai vendo e vai escrevendo sobre coisas que vão surgindo. Sobre coisas que a rodeiam.

 
 

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