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CAIXA DE PANDORA #76

Patty Diphusa DESTAQUE

QUANDO O AMANHÃ CHEGAR 

Ele nem foi capaz de conseguir o que parecia querer o que parecia desejar lá para os lados dos Soldados da Paz e, parece, segundo a Suzete, que o rapaz parece querer “outro poleiro”. 

Quando o amanhã chegar, logo se vê se o desejo autárquico ainda tem pernas para andar. 

A PRAIA DOS SONHOS 

A Praia de Mira, no dizer de um turista que veio do Norte, é a PRAIA DOS SONHOS. 

Não sei se, lá na Praça da República, sabem o que isso significa. 

O FIM DA AVENTURA 

O ainda presidente da freguesia da beira-mar deve estar a pensar que, não podendo continuar, tem uma saída: tentar a presidência da edilidade. 

Se não for a jogo, será o fim da aventura. 

PSN: EU AMO-TE! 

Olhando as notícias que os jornais vão publicando, e as dicas que nos vão surgindo, há por cá e pelo país uma imensa paixão assolapada pelo rapaz de São João da Madeira que quer liderar o partido que ainda está no poder. 

Mesmo por cá, ouvimos nós dizer, que a palavra de ordem é: PSN: EU AMO-TE! 

PEDE-ME O QUE QUISERES 

Na senda das promessas autárquicas de alguns presidentes, seja lá onde for, sobretudo se as contribuições para as campanhas são chorudas, há uma frase que eles se habituaram a dizer: pede-me o que quiseres. 

É por isso que, de vez em quando, topamos com mamarrachos que nos fazem pensar.  

A COISA COMEÇOU DE VÉSPERA 

Já se vislumbram por aí cartazes do partido do professor dos Carapelhos a apelar ao voto. 

Começaram mais cedo, muito mais cedo do que estamos todos habituados. 

Como se apela ao voto em 2023 para umas eleições que só terão lugar em março de 2024, parece-me que muitos dos potenciais votantes…acabam por se esquecer. 

EU QUERO APENAS 

Sentada em casa a beber o meu café, pus-me a pensar naquilo que eu quero. 

Eu quero apenas que haja respeito pelas ideias de cada um, que não desvalorizem os mais velhos e que haja diálogo entre todos. 

 

Até quarta-feira, abraços. 

Patty Diphusa nasceu nas terras de Mira em 1974 e um dia, quando todos estavam distraídos, meteu pés ao caminho e foi por aí. Hoje, atenta ao que se passa na terra onde nasceu, vai vendo e vai escrevendo sobre coisas que vão surgindo. Sobre coisas que a rodeiam.

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