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CAIXA DE PANDORA #57

Patty Diphusa DESTAQUE

DAQUI A DOIS DIAS…A CONFUSÃO VAI SER UM FACTO

Estamos a dois dias das Festas de S. Tomé e, perante as obras não acabadas e a falta de lugares para estacionamento, a confusão vai surgir pois não vai haver espaço para tanto carro estacionar nas noites dedicadas ao santo cá da terra. E nem o S. Tomé lhes vai valer. Não há milagreiro que aguente.

O que me mete confusão é o facto de ninguém, do poder autárquico, ter pensado a sério neste problema.

Até estou a imaginar que há quem tenha de pôr pés ao caminho, e deixar o carro em casa, para vir ao concerto do Fernando Daniel.

E A PRAIA, SENHORES?

A Suzete apareceu cá em casa e contou: “Estive na Praia de Mira e encontrei o meu compadre. Aquele comunista que tem votado nos executivos ganhadores. Enfim, ele lá sabe. Mas, vamos ao que interessa. Ele diz que as obras na Avenida Cidade de Coimbra são um atentado e que o que fizeram foi afunilar a dita.” E, adiantou, “o povo é que se lixa.”

Está cheia de razão a Suzete.

AS PLACAS E AS FILHAS DELAS

Não se entende. No concelho, a indicação das povoações tem dois lados. O lado em que as placas são vistas ao longe, são adequadas, até conseguem ser bonitas, e o lado em que é difícil enxergar a mesma pois parecem as filhas de tão pequenas que são. Ah! E aqueles nacos de terreno entre uma placa e outra que não se sabe a quem pertencem?

Acordem lá e vão ver.

OS TRABALHADORES E OS EMPREGADOS

Seja numa empresa, seja numa autarquia, lá vamos encontrando de uns e de outros: os que têm um trabalho e os que têm um emprego.

Pelo que transpira cá para fora, parece que a nossa câmara não foge à regra.

Mas, eles, os que têm emprego, não estão nada preocupados. Tanto lhes faz que a coisa corra como não corra. O importante é, apenas e só, que o dinheiro caia na conta no dia 25.

AS APOSTAS PARA 2025

Ainda estamos a dois anos das Autárquicas, mas, cá por Mira, as apostas, qual totoloto, avançam.

Uns acreditam que o candidato do partido “laranja” vai ser aquele que, dentro de algum tempo, vai ocupar o lugar do futuro líder do turismo regional.  Outros estão convencidos que o rapaz do Seixo pode ter hipóteses de vestir a camisola amarela da corrida.

No partido “rosa” parece ser consensual, nas conversas de café, que o ainda presidente da autarquia da beira-mar tem tudo para ser o primeiro candidato. No entanto, ainda há quem acredite em milagres. E sonhe que apareça um “salvador”.

Fora dos partidos, até ao lavar dos cestos é vindima.

 

Até quarta-feira, abraços.

Patty Diphusa nasceu nas terras de Mira em 1974 e um dia, quando todos estavam distraídos, meteu pés ao caminho e foi por aí. Hoje, atenta ao que se passa na terra onde nasceu, vai vendo e vai escrevendo sobre coisas que vão surgindo. Sobre coisas que a rodeiam.

 

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