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CAIXA DE PANDORA #38

Patty Diphusa DESTAQUE

CUMPLICIDADES

Parece-me ser do domínio público e geralmente bem informado que o Papa Bento XVI, o Cardeal Ratzinger, foi conivente com os padres e bispos que, na sua Igreja, molestaram sexualmente crianças e jovens em todo o mundo.

Parece que em Mira, na reunião da Assembleia Municipal, “não sabiam disso” (deixem-me rir) e foram atrás do deputado do Chega e aprovaram por unanimidade um voto de pesar pelo alemão conivente. Foram todos cúmplices daquilo que Padres, Bispos e quejandos fizeram.

MULHERES

Hoje é o nosso dia e daqui saúdo todos aqueles que, no poder ou fora dele, se lembram de nós. Se lembram, positivamente, de nós.

Se lembrem daquilo que nos fazem. Da violência, da discriminação. Respeitem-nos, vá lá!

AMIZADES

Andam por aí alguns amigos, (da onça, saliente-se), que pensam saber tudo de nós. De mim, particularmente. Não sabem mesmo nada e apetece-me citar aqui o grande MILLÔR FERNANDES quando referiu isto:

“Os nossos amigos poderão não saber muitas coisas, mas sabem sempre o que fariam no nosso lugar.”

Pois é! Ainda há desses por aí.

E, para que conste, só a Suzete é que me conhece bem.

PAIS E PROFESSORES

Há pais que se divorciam dos seus filhos. Acham que a Escola é um depósito. Será preciso criar uma Escola de Pais?

E pergunto: Será preciso, ainda, dizer a certos pais que, sem professores, não havia nada, mesmo nada?

QUEM TEM CAPA…

Fui andando por aí e fui vendo. Agora, conto: Quando alguém mete na sua capa de perfil do Facebook ou numa página ligada a um jornal uma foto com representantes de um determinado partido está…a dizer que arranjou uma capa para poder escapar. 

A Suzete acrescenta: “Melhor: para poder garantir algum sustento.”

FALAR INVENTANDO

Era uma conversa de café e um dos faladores dizia coisas que, qualquer entendido em conversas de café, (um intelectual a preceito), saberia logo que aquilo era…conversa da treta.

Mais uma vez, MILLÔR FERNANDES:

 “As pessoas que falam muito acabam sempre contando coisas que ainda não aconteceram.”

Até quarta-feira, abraços.

Patty Diphusa nasceu nas terras de Mira em 1974 e um dia, quando todos estavam distraídos, meteu pés ao caminho e foi por aí. Hoje, atenta ao que se passa na terra onde nasceu, vai vendo e vai escrevendo sobre coisas que vão surgindo. Sobre coisas que a rodeiam.

 

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