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CAIXA DE PANDORA #34

Patty Diphusa DESTAQUE

O VELHO COLÉGIO:

Acordei a pensar que o centro da nossa vila teria outro ar se o velho colégio levasse uma volta. É que não se compreende que, tantos anos depois, o edifício (de propriedade privada) não tenha tido alguma intervenção da dona Câmara.

A Suzete, sempre bem informada, disse-me que “os proprietários não se entendem” e que “já houve um presidente que tentou comprar para fazer uma ligação ao Estádio Municipal.”

Seja como for, digo eu, alguma coisa já devia ter sido feita. A não ser que interesse a alguém que o velho colégio caia.

COMPRAS COM PREÇOS QUE ESTÃO SEMPRE A SUBIR:

A crise, que alguns teimam em associar a 100% à guerra na Ucrânia, levou as grandes superfícies a aproveitarem-se e a alterar os preços dos bens essenciais…todas as semanas.

Os consumidores começam já a contar os tostões porque está a ser muito difícil aguentar com estes aumentos.

No caso de Mira, pode ser que, com a reabertura de um e com a abertura de um novo, a coisa mude.

RECORDANDO O 25 DE ABRIL DE 2012:

Começo por dizer que não estava em Mira em 2012 e, portanto, não testemunhei este acontecimento.

Mas, por sugestão da Suzete, faço aqui minhas as palavras dela quando afirma que “foi uma grande jornada.”

Adianta ela que “estiveram por cá várias figuras ligadas a Zeca Afonso e a Adriano Correia de Oliveira o que fez com que Mira fosse muito falada em vários concelhos deste país.”

A propósito, digo eu, é melhor ler-se a entrevista que este jornal fez, há poucos dias, a Luís Isidoro, um dos “culpados” deste sucesso.

A propósito, parece-me que, agora, a cultura já não é tratada como devia em grande parte do concelho. Honra feita ao Seixo que tem vindo a destoar do marasmo existente.

VAMOS LÁ BRINCAR AO CARNAVAL:

Disse-me a Suzete que já ouviu falar “no Carnaval de Mira que regressa este ano.”

Pensamos, eu e ela, que é uma boa altura para brincar e chamar os bois pelos nomes ou seja criticar, criticar, criticar. De forma brejeira mas, isso sim, positiva.

E se a critica for à esquerda e à direita, então não haverá discriminações.

Até quarta-feira, abraços.

Patty Diphusa nasceu nas terras de Mira em 1974 e um dia, quando todos estavam distraídos, meteu pés ao caminho e foi por aí. Hoje, atenta ao que se passa na terra onde nasceu, vai vendo e vai escrevendo sobre coisas que vão surgindo. Sobre coisas que a rodeiam.

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